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Archive for agosto \26\UTC 2011

Particularmente adoro VIM e procuro incentivar as pessoas a usarem o máximo possível sempre aprendendo seus comandos aos poucos. Sei que no inicio é bem complicado entrar no VIM e ficar procurando/lembrando os atalhos para editar documentos, salvar arquivos, etc.
Uma coisa que faço é sempre deixar uma aba do meu VIM com o help aberto (:help) para localizar facilmente os comandos enquanto trabalho normalmente em outra aba. O fato de ter que aprender e decorar atalhos nunca me encomodou muito, pois sempre que utilizei Eclipse para desenvolver com Java, procurei utilizar os atalhos para facilitar minha vida, pois francamente, toda hora ter que tirar a mão de teclado para levar ao mouse, entrar em um menu e executar, por exemplo, um simples teste unitário não é uma coisa que me agrade.
Uma funcionalidade que não vejo muitas pessoas usarem por falta de conhecimento é a exploração de diretórios (directory exploration).

Veja abaixo exemplos:

  • :Explore, é o básico que você deve conhecer, pois ele abre a árvore de diretórios, tornando possível navegar facilmente entre os diretórios para abrir arquivos.

:Explore

  • :Vexplore e :Hexplore, divide a tela verticalmente e horizontalmente e abre a árvore de diretórios (CTRL-w h ou CTRL-w seta para a esquerda, CTRL-w l ou CTRL-w seta para a direita pode ser utilizado para editar um arquivo ou outro).

:Vexplore

:Hexplore

  • :Texplore, abre a árvore de diretórios em uma nova aba (:tabn e :tabp pode ser utilizado para navegar entre as abas)

:Texplore (repare que ele abriu a árvore de diretórios em uma segunda aba)

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Smoke testing

Normalmente, sistemas possuem várias integrações com diferentes servidores, arquivos, web services, banco de dados, etc. Quanto mais o sistema cresce mais complicado fica para saber se todo o ambiente está funcionando corretamente; principalmente no ambiente de desenvolvimento onde várias pessoas tem o direito de alterar configurações, apagar arquivos, alterar e apagar tabelas, entre outras coisas. Smoke testing é uma boa solução para resolver esse tipo de problema, pois serve para fazer os primeiros testes e saber se o básico do ambiente está funcionando corretamente.

Uma coisa simples que pode ser feita é um painel de visualização (dashboard); esse economiza muito tempo de investigação quando aparece algum problema no sistema. Não é preciso fazer nada muito elaborado! Aconselho uma página que, por exemplo: execute ping nos servidores, verifique se arquivos existem, se bancos de dados e tabelas estão funcionando corretamente, se web services estão acessíveis, etc. Vale a pena usar linguagens leves e dinâmicas (como php, python, ruby, entre outras do tipo) para esse tipo de painel, pois é rápido de ser construido e fácil de ser alterado.

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De tempos em tempos, algumas pessoas da Thoughtworks, como Martin Fowler, Neal Ford, Rebecca Parsons, entre outros, se reúnem para discutir as tecnologias que estão “em alta”. Dessa discussão, é gerado um documento dividido em 4 tópicos principais que são: técnicas, ferramentas, plataformas e linguagens. O documento não é muito grande, o que leva a uma leitura rápida. Uma coisa que achei bem legal foram os gráficos no canto inferior direito.

Technology Radar

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Para quem está familiarizado só com paradigmas de programação procedural e orientado a objetos (object-oriented), aconselho a dar uma navegada na página da wikipedia que fala sobre os paradigmas de programação existentes. Penso eu que não vale a pena gastar muito tempo estudando todos os paradigmas, porém alguns que devem ser estudados são: funcional, orientado a aspectos (aspect-oriented), dirigido a evento (event-driven), metaprogramação (metaprogramming) e orientado a serviços (service-oriented).

Paradigmas de Programação

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